


Stephan Doitschinoff é um dos artistas de maior destaque no momento – recentemente participou da mostra De dentro para fora/ De fora para dentro que levou a Street Art para o MASP, acaba de receber dois prêmios, da APCA e do Ministério da Cultura e segue seu destino, expondo no Museu de Arte Contemporânea de San Diego (25 de julho) e na Galeria Subliminal Projects, de Shepard Fairey, em setembro.
Então aproveite. Em cartaz na galeria Acervo da Choque, o moço apresenta seu mais recente trabalho em exposição solo na Acervo da Choque. É a “Cras” – amanhã em latim, com cinco grandes pinturas inéditas e uma série de desenhos inspirados nos sacrifícios e privações necessárias para o homem contemporâneo conseguir viver plenamente, sem se alienar em armadilhas, vícios e obsessões da sociedade consumista.
“Cras” simboliza a urgência de fazer o que deve ser feito, hoje, sem deixar para amanhã o que realmente importa.
Então aproveite. Em cartaz na galeria Acervo da Choque, o moço apresenta seu mais recente trabalho em exposição solo na Acervo da Choque. É a “Cras” – amanhã em latim, com cinco grandes pinturas inéditas e uma série de desenhos inspirados nos sacrifícios e privações necessárias para o homem contemporâneo conseguir viver plenamente, sem se alienar em armadilhas, vícios e obsessões da sociedade consumista.
“Cras” simboliza a urgência de fazer o que deve ser feito, hoje, sem deixar para amanhã o que realmente importa.

Natural de São Paulo, Stephan não tem residência fixa desde 2004. Vive e trabalha entre São Paulo, Lençóis (na Bahia), Londres, Manchester, Madrid e Barcelona. “Meu trabalho tem influência da arte sacra em geral. Arte Cristã, mas não só. O simbolismo budista, hinduísta, religiões afro-brasileiras me interessam também. Cresci em uma família extremamente religiosa, meu pai era Pastor, eu praticamente cresci em uma igreja, estudei muito a Bíblia.
Mas abordo a religião de uma forma dual, com elementos de crítica – crítica aos dogmas e instituições. Me interessa muito como um estudo de mitologia, ícones, o simbolismo.”
Soma-se a isso a cultura do skate, dos movimentos punk e hardcore de São Paulo e temos então a mistura síntese da sua linguagem e arte.
Mas abordo a religião de uma forma dual, com elementos de crítica – crítica aos dogmas e instituições. Me interessa muito como um estudo de mitologia, ícones, o simbolismo.”
Soma-se a isso a cultura do skate, dos movimentos punk e hardcore de São Paulo e temos então a mistura síntese da sua linguagem e arte.
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